sexta-feira, 12 de junho de 2026

TRILOGIA DOS LIVROS DA EXTENSÃO RURAL.

 

A ser publicado em breve.





A TRILOGIA DA EXTENSÃO REGISTRADA EM LIVROS POR MARCOS INÁCIO FERNANDES. (MARCÃO)

 

Livro: “– EXTENSÃO RURAL NO BRASIL (1948-2023) – UM OLHAR NA HISTÓRIA”

Tema: - Memória da Extensão brasileira.

Sinopse: A importância de não esquecer.

- O livro reúne a nata do pensamento extensionista brasileiro. Glauco Olinger, o decano centenário, escreve sobre os Primórdios da Extensão Rural no Brasil. Romeu Padilha de Figueiredo, com seu discurso de posse na EMBRATER (1985),

José Paulo Ribeiro (in memoriam), José Silva, Argileu Martins, Hur Ben, Verneck Abrantes, Mário Amorim, Diogo Guerra, Ivamney Lima (com seu cordel magistral), Maria José, Maria Angélica, Abdon Jordão, Marcos Dantas – todos estão lá. Cada um com sua história, seus causos, sua visão do que foi e do que pode vir a ser esse serviço que, há 75 anos (2023), leva conhecimento ao campo brasileiro.

Livro: ”OS MEANDROS DA EXTENSÃO RURAL/AGROFLORESTAL DO ARE – UM PROJETO HUMANISTA”

Tema: O caso concreto da Extensão no Acre.

Sinopse: A importância de enraizar a análise.

O livro é uma homenagem ao Acre e à extensão acreana. Começa com uma reflexão cósmica – o "pálido ponto azul" de Carl Sagan – para situar a pequenez da Terra e, paradoxalmente, a grandeza do serviço humano.

- Parte histórica – Recupera a saga do Acre, desde os tempos de Galvez e Plácido de Castro até a elevação a Estado. Inclui um "causo" antológico: a balsa para Manacapuru, instituição folclórica da política acreana.

- Trajetória institucional – Da ACAR/AC (1968) à EMATER/AC (1975), depois SEATER, SEAPROF, e as mudanças mais recentes (SEPA, SEPROD, SEAGRI). Um quadro detalhado dos dirigentes da extensão, de Zaqueu Machado a Rynaldo Lúcio dos Santos.

- A transição para a Extensão Agroflorestal – O "novo paradigma da Florestania", com a incorporação de índios, ribeirinhos e extrativistas. Inclui depoimentos emocionantes de Agentes Agroflorestais Indígenas (AAFIs).

- Minha trajetória pessoal na extensão – Inclui o profético conselho do agente da Polícia Federal ("se eu fosse você, quando saísse daqui iria para o Acre"), a primeira demissão (1978), a segunda demissão (1987), o exílio na Bahia, a reintegração, a ida para a UFAC, e o retorno como dirigente nos governos do PT.

- Os "causos" da extensão – Um capítulo à parte, com histórias engraçadas e pitorescas.

- Depoimentos dos pioneiros – Maria das Vitórias, Alaí Formiga, Francisco Ávila, Chico Gomes, Pedrinho, Darcilene, Barrinhos, Nogueirinha, Solange Lins, Vera Gurgel, Neurides, Chico Preto, Ademir Batista, e muitos outros – todos com suas memórias vivas.

- Homenagem póstuma – Uma lista com dezenas de nomes de extensionistas que já "subiram". É a memória do coração.

 

Livro: “EXTENSÃO RURAL: UM PROJETO EM DISPUTA - ESTADO, HEGEMONIA E RESISTÊNCIA NO CAMPO BRASILEIRO”

Tema: - A teoria da Extensão

Sinopse: A importância de fundamentar a luta.

- O livro articula um conjunto de referenciais teóricos — Gramsci, Bourdieu, Polanyi, Poulantzas, Jessop, Bobbio e as interpretações clássicas da formação social brasileira de Caio Prado Júnior e Alberto Passos Guimarães.

 — Fica demonstrado que não há neutralidade nas práticas extensionistas, ao contrário, elas expressam projetos distintos de desenvolvimento rural e de sociedade. Onde o Estado chega pelo extensionista, ele não leva apenas tecnologia: leva valores, prioridades e concepções de mundo.

- A obra dedica atenção especial à dimensão humana da extensão rural, apresentada pela metáfora dos Baobás — árvores africanas que crescem devagar, mas fincam raízes profundas e resistem às intempéries mais severas. São os extensionistas que, ao longo de décadas e em condições frequentemente adversas, sustentaram a presença do Estado no campo brasileiro. Entre eles, Glauco Olinger, decano da extensão rural com mais de um século de vida e autor da frase que sintetiza toda a obra: "Extensão rural é presença do Estado onde o Brasil mais precisa." Ao lado dele, figuras como Romeu Padilha, Argileu Martins, Hur Ben Corrêa e Zé Silva compõem essa floresta de memória, resistência e vocação pública.

 

 

                    

 

 

 

Quadro

LIVRO

TEMA

SINOPSE

 

 

 

1 – EXTENSÃO RURAL NO BRASIL (1948-2023) – UM OLHAR NA HISTÓRIA

 

 

 

 

 

- Memória da Extensão brasileira.

- A importância de não esquecer.

- O livro reúne a nata do pensamento extensionista brasileiro. Glauco Olinger, o decano centenário, escreve sobre os Primórdios da Extensão Rural no Brasil. Romeu Padilha de Figueiredo,  com seu discurso de posse na EMBRATER (1985),

José Paulo Ribeiro (in memoriam), José Silva, Argileu Martins, Hur Ben, Verneck Abrantes, Mário Amorim, Diogo Guerra, Ivamney Lima (com seu cordel magistral), Maria José, Maria Angélica, Abdon Jordão, Marcos Dantas – todos estão lá. Cada um com sua história, seus causos, sua visão do que foi e do que pode vir a ser esse serviço que, há 75 anos, leva conhecimento ao campo brasileiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2 – OS MEANDROS DA EXTENSÃO RUAL/AGROFLORESTAL DO ARE – UM PROJETO HUMANISTA

 

 

 

 

 

 

 

 

- O caso concreto da Extensão no Acre.

-A importância de enraizar a análise.

- O livro é uma homenagem ao Acre e à extensão acreana. Começa com uma reflexão cósmica – o "pálido ponto azul" de Carl Sagan – para situar a pequenez da Terra e, paradoxalmente, a grandeza do serviço humano.

- Parte histórica – Recupera a saga do Acre, desde os tempos de Galvez e Plácido de Castro até a elevação a Estado. Inclui um "causo" antológico: a balsa para Manacapuru, instituição folclórica da política acreana.

- Trajetória institucional – Da ACAR/AC (1968) à EMATER/AC (1975), depois SEATER, SEAPROF, e as mudanças mais recentes (SEPA, SEPROD, SEAGRI). Um quadro detalhado dos dirigentes da extensão, de Zaqueu Machado a Rynaldo Lúcio dos Santos.

- A transição para a Extensão Agroflorestal – O "novo paradigma da Florestania", com a incorporação de índios, ribeirinhos e extrativistas. Inclui depoimentos emocionantes de Agentes Agroflorestais Indígenas (AAFIs).

- Minha trajetória pessoal na extensão – Inclui o profético conselho do agente da Polícia Federal ("se eu fosse você, quando saísse daqui iria para o Acre"), a primeira demissão (1978), a segunda demissão (1987), o exílio na Bahia, a reintegração, a ida para a UFAC, e o retorno como dirigente nos governos do PT.

- Os "causos" da extensão – Um capítulo à parte, com histórias engraçadas e pitorescas.

- Depoimentos dos pioneiros – Maria das Vitórias, Alaí Formiga, Chico Gomes, Pedrinho, Darcilene, Barrinhos, Nogueirinha, Solange Lins, Vera Gurgel, Neurides, Chico Preto, Ademir Batista, e muitos outros – todos com suas memórias vivas.

- Homenagem póstuma – Uma lista com dezenas de nomes de extensionistas que já "subiram". É a memória do coração.

 

 

 

 

 

3 – EXTENSÃO RURAL: UM PROJETO EM DISPUTA - Estado, hegemonia e resistência no campo brasileiro

 

 

 

 

-  A teoria da Extensão

- A importância de fundamentar a luta.

- O livro articula um conjunto de referenciais teóricos — Gramsci, Bourdieu, Polanyi, Poulantzas, Jessop, Bobbio e as interpretações clássicas da formação social brasileira de Caio Prado Júnior e Alberto Passos Guimarães.

 — Fica demonstrado que não há neutralidade nas práticas extensionistas, ao contrário, elas expressam projetos distintos de desenvolvimento rural e de sociedade. Onde o Estado chega pelo extensionista, ele não leva apenas tecnologia: leva valores, prioridades e concepções de mundo.

- A obra dedica atenção especial à dimensão humana da extensão rural, apresentada pela metáfora dos Baobás — árvores africanas que crescem devagar, mas fincam raízes profundas e resistem às intempéries mais severas. São os extensionistas que, ao longo de décadas e em condições frequentemente adversas, sustentaram a presença do Estado no campo brasileiro. Entre eles, Glauco Olinger, decano da extensão rural com mais de um século de vida e autor da frase que sintetiza toda a obra: "Extensão rural é presença do Estado onde o Brasil mais precisa." Ao lado dele, figuras como Romeu Padilha, Argileu Martins, Hur Ben Corrêa e Zé Silva compõem essa floresta de memória, resistência e vocação pública.