A ser publicado em breve.
A
TRILOGIA DA EXTENSÃO REGISTRADA EM LIVROS POR MARCOS INÁCIO FERNANDES. (MARCÃO)
Livro: “– EXTENSÃO RURAL NO
BRASIL (1948-2023) – UM OLHAR NA HISTÓRIA”
Tema: - Memória da Extensão
brasileira.
Sinopse: A importância de
não esquecer.
- O livro reúne a nata
do pensamento extensionista brasileiro. Glauco Olinger, o decano
centenário, escreve sobre os Primórdios da Extensão Rural no Brasil.
Romeu Padilha de Figueiredo, com seu discurso de posse na EMBRATER (1985),
José Paulo Ribeiro (in
memoriam), José Silva, Argileu Martins, Hur Ben, Verneck Abrantes, Mário
Amorim, Diogo Guerra, Ivamney Lima (com seu cordel magistral), Maria José,
Maria Angélica, Abdon Jordão, Marcos Dantas – todos estão lá. Cada um com sua
história, seus causos, sua visão do que foi e do que pode vir a ser esse
serviço que, há 75 anos (2023), leva conhecimento ao campo brasileiro.
Livro: ”OS MEANDROS DA
EXTENSÃO RURAL/AGROFLORESTAL DO ARE – UM PROJETO HUMANISTA”
Tema: O caso concreto da
Extensão no Acre.
Sinopse: A importância de
enraizar a análise.
O livro é
uma homenagem ao Acre e à extensão acreana. Começa com uma reflexão
cósmica – o "pálido ponto azul" de Carl Sagan – para situar a
pequenez da Terra e, paradoxalmente, a grandeza do serviço humano.
-
Parte histórica –
Recupera a saga do Acre, desde os tempos de Galvez e Plácido de Castro até a
elevação a Estado. Inclui um "causo" antológico: a balsa para
Manacapuru, instituição folclórica da política acreana.
-
Trajetória institucional – Da ACAR/AC (1968) à EMATER/AC (1975), depois
SEATER, SEAPROF, e as mudanças mais recentes (SEPA, SEPROD, SEAGRI). Um quadro
detalhado dos dirigentes da extensão, de Zaqueu Machado a Rynaldo Lúcio dos
Santos.
- A transição para a Extensão
Agroflorestal – O "novo paradigma da
Florestania", com a incorporação de índios, ribeirinhos e extrativistas.
Inclui depoimentos emocionantes de Agentes Agroflorestais Indígenas
(AAFIs).
-
Minha trajetória pessoal na extensão – Inclui o profético conselho do agente
da Polícia Federal ("se eu fosse você, quando saísse daqui iria para o
Acre"), a primeira demissão (1978), a segunda demissão (1987), o exílio na
Bahia, a reintegração, a ida para a UFAC, e o retorno como dirigente nos
governos do PT.
- Os
"causos" da extensão – Um capítulo à parte, com histórias
engraçadas e pitorescas.
-
Depoimentos dos pioneiros – Maria das Vitórias, Alaí Formiga, Francisco Ávila,
Chico Gomes, Pedrinho, Darcilene, Barrinhos, Nogueirinha, Solange Lins, Vera
Gurgel, Neurides, Chico Preto, Ademir Batista, e muitos outros – todos com suas
memórias vivas.
- Homenagem póstuma –
Uma lista com dezenas de nomes de extensionistas que já "subiram". É
a memória do coração.
Livro: “EXTENSÃO RURAL: UM
PROJETO EM DISPUTA - ESTADO, HEGEMONIA E RESISTÊNCIA NO CAMPO BRASILEIRO”
Tema: - A teoria da
Extensão
Sinopse: A importância de
fundamentar a luta.
- O livro articula
um conjunto de referenciais teóricos — Gramsci, Bourdieu, Polanyi, Poulantzas,
Jessop, Bobbio e as interpretações clássicas da formação social brasileira de
Caio Prado Júnior e Alberto Passos Guimarães.
— Fica demonstrado que não há neutralidade nas
práticas extensionistas, ao contrário, elas expressam projetos distintos de
desenvolvimento rural e de sociedade. Onde o Estado chega pelo extensionista,
ele não leva apenas tecnologia: leva valores, prioridades e concepções de
mundo.
- A obra dedica atenção
especial à dimensão humana da extensão rural, apresentada pela metáfora dos
Baobás — árvores africanas que crescem devagar, mas fincam raízes profundas e
resistem às intempéries mais severas. São os extensionistas que, ao longo de
décadas e em condições frequentemente adversas, sustentaram a presença do
Estado no campo brasileiro. Entre eles, Glauco Olinger, decano da extensão
rural com mais de um século de vida e autor da frase que sintetiza toda a obra:
"Extensão rural é presença do Estado onde o Brasil mais precisa." Ao
lado dele, figuras como Romeu Padilha, Argileu Martins, Hur Ben Corrêa e Zé
Silva compõem essa floresta de memória, resistência e vocação pública.
Quadro
|
LIVRO |
TEMA |
SINOPSE |
|
1 – EXTENSÃO RURAL NO
BRASIL (1948-2023) – UM OLHAR NA HISTÓRIA |
- Memória da Extensão
brasileira. |
- A importância de
não esquecer. - O
livro reúne a nata do pensamento extensionista brasileiro. Glauco
Olinger, o decano centenário, escreve sobre os Primórdios da Extensão
Rural no Brasil. Romeu Padilha de Figueiredo, com seu discurso de posse na EMBRATER
(1985), José
Paulo Ribeiro (in memoriam), José Silva, Argileu Martins, Hur Ben, Verneck
Abrantes, Mário Amorim, Diogo Guerra, Ivamney Lima (com seu cordel
magistral), Maria José, Maria Angélica, Abdon Jordão, Marcos Dantas – todos
estão lá. Cada um com sua história, seus causos, sua visão do que foi e do
que pode vir a ser esse serviço que, há 75 anos, leva conhecimento ao campo
brasileiro. |
|
2 – OS MEANDROS DA
EXTENSÃO RUAL/AGROFLORESTAL DO ARE – UM PROJETO HUMANISTA |
- O caso concreto da
Extensão no Acre. |
-A importância de
enraizar a análise. - O
livro é uma homenagem ao Acre e à extensão acreana. Começa com
uma reflexão cósmica – o "pálido ponto azul" de Carl Sagan – para
situar a pequenez da Terra e, paradoxalmente, a grandeza do serviço humano. -
Parte histórica –
Recupera a saga do Acre, desde os tempos de Galvez e Plácido de Castro até a
elevação a Estado. Inclui um "causo" antológico: a balsa
para Manacapuru, instituição folclórica da política acreana. -
Trajetória institucional – Da ACAR/AC (1968) à EMATER/AC (1975), depois
SEATER, SEAPROF, e as mudanças mais recentes (SEPA, SEPROD, SEAGRI). Um
quadro detalhado dos dirigentes da extensão, de Zaqueu Machado a Rynaldo
Lúcio dos Santos. - A transição para a
Extensão Agroflorestal – O "novo paradigma da Florestania", com
a incorporação de índios, ribeirinhos e extrativistas. Inclui depoimentos
emocionantes de Agentes Agroflorestais Indígenas (AAFIs). -
Minha trajetória pessoal na extensão – Inclui o profético conselho do agente
da Polícia Federal ("se eu fosse você, quando saísse daqui iria para o
Acre"), a primeira demissão (1978), a segunda demissão (1987), o exílio
na Bahia, a reintegração, a ida para a UFAC, e o retorno como dirigente nos
governos do PT. - Os
"causos" da extensão – Um capítulo à parte, com histórias
engraçadas e pitorescas. - Depoimentos dos
pioneiros –
Maria das Vitórias, Alaí Formiga, Chico Gomes, Pedrinho, Darcilene,
Barrinhos, Nogueirinha, Solange Lins, Vera Gurgel, Neurides, Chico Preto,
Ademir Batista, e muitos outros – todos com suas memórias vivas. - Homenagem póstuma – Uma lista com
dezenas de nomes de extensionistas que já "subiram". É a memória do
coração. |
|
3 – EXTENSÃO RURAL: UM
PROJETO EM DISPUTA - Estado, hegemonia e resistência no campo brasileiro |
- A teoria da Extensão |
- A importância de
fundamentar a luta. - O livro articula um conjunto de
referenciais teóricos — Gramsci, Bourdieu, Polanyi, Poulantzas, Jessop,
Bobbio e as interpretações clássicas da formação social brasileira de Caio
Prado Júnior e Alberto Passos Guimarães. — Fica demonstrado que não há neutralidade
nas práticas extensionistas, ao contrário, elas expressam projetos distintos
de desenvolvimento rural e de sociedade. Onde o Estado chega pelo
extensionista, ele não leva apenas tecnologia: leva valores, prioridades e
concepções de mundo. - A obra dedica
atenção especial à dimensão humana da extensão rural, apresentada pela
metáfora dos Baobás — árvores africanas que crescem devagar, mas fincam
raízes profundas e resistem às intempéries mais severas. São os
extensionistas que, ao longo de décadas e em condições frequentemente
adversas, sustentaram a presença do Estado no campo brasileiro. Entre eles,
Glauco Olinger, decano da extensão rural com mais de um século de vida e
autor da frase que sintetiza toda a obra: "Extensão rural é presença
do Estado onde o Brasil mais precisa." Ao lado dele, figuras como
Romeu Padilha, Argileu Martins, Hur Ben Corrêa e Zé Silva compõem essa
floresta de memória, resistência e vocação pública. |

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