terça-feira, 20 de outubro de 2015

20 ANOS DE "SEU JAIME"


Quem vai cantar prá ele é a maior cantora do Brasil de todos os tempos - Elis Regina - Os parabéns, em família, foi executado por Rogério no sax (só quer ser seu Ivanildo - o sax de ouro - lá de Parnamirim). Seu Jaime só faz rir prá gente. Sua alegria nos contagia e nos comove. Obrigado por você existir. Parabéns pelos Fernandes.


 Rogério, Marcos, seu Jaime, Eró e Arthur.

 Quem também completou 17 anos foi o Luan (camisa do Vasco). Parabéns Luan.

 Rosa e Bruno (seu Jaime), o aniversariante


 Rogério executando os Parabéns Prá Você (Só toca essa e mais umas três)

 O primo Arthur, parabenizando seu Jaime (abaixo)

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

DIA DO PROFESSOR.





 Na conclusão do Ginásio (1964) Na mesa, dois professores, que forjaram a minha formação. Adiodato José dos Reis e Eliah Maia do Rego (do lado esquerdo perto de tenente Nunes (Prefeito de Parnamirim)

Dia do Professor

No dia consagrado aos professores, quero prestar minha singela homenagem aos professores, que ficaram na minha memória e que me ajudaram na minha  formação como profissional e como ser humano. São eles:
Minha primeira professora: D. Maria de seu João Branco, em Parnamirim, que me iniciou no ABC grande e na tabuada. Tinha sabatina e bolo de palmatória, quando se errava  quanto era 6X9, por exemplo. Lembro-me também que foi com  D. Maria, que fiz meu 1º pic-nic para a praia de Ponta Negra, num ônibus “bico fino” que fazia a linha Parnamirim – Natal.
No primário, estudei ainda em Fernando de Noronha, por duas vezes, em 1954 e 1958. Na 1ª vez não lembro dos nomes das professoras. Em 58, estudei o 3º ano com a professora Iracema e lembro que ia até bem com essa professora, mas quando ela foi substituída, degringolei e fui reprovado no fim do ano.
Voltando a Parnamirim, estudei no primário com a professora Maria Saraiva, que dava aulas particulares. Na 4ª série e no Admissão ao Ginásio, o professor que me marcou foi Adiodato José dos Reis, o professor Reis, que também  lecionou no Ginásio Augusto Severo, geografia e português. Também me marcou o professor, Eliah Maia do Rego, professor Basílio, professor Peixoto, que na 1ª série do ginásio, ensinava Latim e português. É isso mesmo, ainda alcancei a disciplina de Latim e a tal das provas orais, que nos causava pavor.
No secundário,estudei na Escola Agrícola de Jundiaí, em Macaíba, em regime de internato. Os professores que me marcaram foram: Luís de Melo, professor de matemática, que sempre dizia: “Esse problema não é fácil, mas, também não é difícil. É só uma questão de treino e vivência no assunto.” Também lembro, com saudade, do professor Rivaldo, que além de Português, ministrava diversas disciplinas, era um coringa e de grande erudição. E não poderia esquecer do professor decano, que era no início, o diretor da Escola, o Dr. Nilo.
Nos cursos avulsos que fiz, o melhor professor de matemática que tive foi o professor Houaiss, irmão do filólogo Antônio Houaiss, que ministrava a disciplina na escola de estatística do IBGE a ENCE.



Na faculdade os professores, que guardo na lembrança são: Renira Costa, Jardelino, Cláudio Emerenciano  e  Avani  Policarpo. No Mestrado, na UFRN, passei  pelas docências de Ceiça Cruz, Wilington Germano e minha orientadora Brasília Ferreira. Minha eterna gratidão a todos eles.
O magistério, tempos depois, também entrou na minha vida. Tornei-me professor, por concurso, no início dos anos 90, na Universidade Federal do Acre – UFAC. Devo, em grande parte, meu ingresso no magistério superior aos amigos e colegas Pedro Vicente Costa Sobrinho (in memória) e Homero de Oliveira Costa. Eles me estimularam e incentivaram a enveredar por essa carreira e são as minhas grandes referências intelectuais e acadêmicas.

Parafraseando o samba: Salve a esse que se presta a essa ocupação, salve o professor!!

ANIVERSÁRIO EM FAMÍLIA





Hoje a minha primogênita, Ana Carolina, que agora colocou OLIVEIRA no sobrenome, completa 39 voltas em torno do sol. É quase uma balzaquena. Ela tem me dado muitas alegrias e a maior delas foi meu neto Arthur, que agora impera absoluto na casa. Para minha filha, compartilho a benção, que dou todos os dias a seu filho e meu neto. Tenha DIGNIDADE, SAÚDE, FELICIDADE e VERGONHA. Acho que essas coisas, se forem cultivadas, estão de bom tamanho para enfrentar a vida! Vida longa, minha filha.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

LOROTAS POLÍTICAS DE SEU ZÉ



  

Esse livro registra 350 lorotas do Zé Cavalcanti, um paraibano de São José de Piranhas, que foi agricultor, vaqueiro, e político (Deputado Estadual pela Paraíba). Para exemplificar selecionei 20 delas, que me parece que são as que melhor representam o momento político atual. (MIF)

As lorotas políticas do José Cavalcanti (O seu Zé da Paraíba)

1 – “Na política, os tolos se contentam com pouco, os sabidos nem com o muito: querem tudo.”

2 – “A ambição política é como água salgada: quanto mais se bebe, mais aumenta a sede.”

3 – “Quem faz política é como cabaça que levou leite: nunca mais perde a catinga.”

4 – “Todo político pobre é como mamoeiro: quando dá muito, dá  duas safras.”

5 – “O político que não transige é como mourão de cerca de vara que não balança: é o primeiro que se quebra.”

6 – “Mal comparando, o político é como vendedor de fumo em rolo: mede comprido e corta curto.”

7 – “O político que está no poder é como o burro que está carregado de açúcar: até o rabo é doce.”

8 – “E quem é que não sabe que deputado de governo é como agulha: vive tomando no fundo, mas não sai da linha.”

10 – “Não se deve justificar derrota, porque quem perde em política é como quem apanha de mulher: não presta queixa a delegado.”

11 – “Todo candidato deve fazer como quem troca cavalo com cigano: fecha os olhos e se entrega a Deus.”

12 – “Mente, quem disser que não: raiva de político é como lágrima de viúva rica – seca depressa.”

13 – “Quem faz política é como quem amassa barro: não deve ter medo de salpico de lama.”

14 – “Na política, a ingratidão do amigo é como brasa de jurema preta: quanto mais coberta de cinza, mais queima.”

15 – “Alguns políticos são como mandacarus: não dão sombra nem encosto.”

16 – “O político, geralmente, é um sujeito que pensa uma coisa diz outra e faz o contrário.”

17 – “Ai do político decaído: depois da onça morta até os cachorros mijam nela.”

18 – “Quem fala mal de político é como quem chupa pitomba: cansa os queixos, desbota os dentes, amarrota a língua e não enche a barriga.”

19 – “Não há coronel político que não faça como o carneiro: sempre que recua é para dar a marrada maior.”

20 – “O político de caráter é como cabo de relho de almocreve: enverga mas não quebra.”

SEXO COM OS REIS


 A mais famosa cortesã da Europa, Madame Pompadour, amante de Luís XV, rei da França



Esse é o título do livro de Eleanor Herman, que aborda 500 anos de adultério, poder, rivalidade e vingança dos bastidores das cortes da Europa com seus reis e suas amantes. Uma leitura muito interessante. Pincei alguns tópicos: 


Sexo Com Reis (Eleanor Herman)

- “Se a prostituição é a mais antiga profissão do mundo, então a arte refinada de ser uma amante deve ser a segunda.”  (Eleanor Herman)

- “Francisco I de França (1494-1547) foi o primeiro rei a conferir o título de maîtress-en-titre   -amante oficial  - à sua favorita.”

 – “Quando o destino de uma nação está no quarto de uma mulher, o melhor lugar para um historiador é uma antecâmara.” (Charles-Augustin Saint-Beuve)

- “Quando existe um casamento sem amor, haverá amor fora do casamento.” (Benjamin Franklin)

 – “Não são lábios ou olhos que exprimem beleza, mas a força e o pleno resultado de um conjunto de atributos”. (Alexander Pope)

 – “O coração de um príncipe é assediado como uma cidadela.” (Luís XIV)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

AMIGO É COISA PRÁ SE GUARDAR EM BAIXO DE 7 CHAVES....







Nesse 8 de outubro aniversaria um amigo artista - GALVÃO FILHO - Um brincante, como classifica Antônio Nóbrega, os artistas populares. Ele é compositor, cantor e percussionista da melhor qualidade. Toca pandeiro, zabumba, quartinha, entre outros instrumentos, além do violão, claro! A sua família é toda de artistas que transitam pela música. Eri, João, Babal, Erinalda e Erineida, "todos irmão ERIS", como diz Babal na sua antológica Avenida 10.  Tenho o privilégio de ter dois trabalhos do Galvão, devidamente, autografados. Um de 2002 que diz assim: "A Marquito do amigo de sempre Galvão Filho com data de 27-12-2002. O outro é de 2012, seu último trabalho reunindo nomes consagrados da MPB, como Dominguinhos, Chico César, Geraldo Azevedo, Xangai, Nando Cordel e outros mais. Nesse ele escreveu: "A Marquito com carinho nossa cantiga - Galvão Filho.. Fico agradecido pela sua amizade e pela sua arte Galvão.Que você ainda faça muitos percursos em torno do sol e que essa força cósmica continue ao seu lado lhe dando inspiração para outros trabalhos. Nessa data que coincide com o dia do nordeste, receba meus parabéns, os votos de felicidades e vida longa.

Reproduzo um trabalho do Galvão, que ele dedicou ao, poeta maior da música popular, Chico Buarque. É um martelo de 10 pés, da tradição dos cantadores de viola cujo mote é; "É CULTURA DO POVO NA PALMA DA MÃO.



Na Palma da Mão
De: Galvão Filho (Dedicada a Chico Buarque)

“Sem trazer filosofia complicada
Eu dedico a vocês a minha lira
A verdade arde mais que a mentira
Tá provado que o mundo é uma piada
Prá subir companheiros nessa escada
É preciso encarar a escuridão
E no corpo ter a força de um leão
Que o poeta é capaz de transformar
É o que diz o poeta potiguar
É cultura do povo na palma da mão.

Meu escudo de guerra é uma viola
Que engalho no peito e a rima chega
Sou dragão rebolando labareda
Cuspo verso extraído da cachola
Não sou de gemer por uma esmola
Não trago medida, nem padrão
No martelo eu trago informação
Prá brecar teu argumento errado
Cantador tem um dom abençoado
É cultura do povo na palma da mão

A palavra bonita é liberdade
A palavra gostosa é viver
A palavra do medo é padecer
A palavra do engano é falsidade
A palavra vital é mocidade
A palavra maldita é traição
A palavra do amor é coração
Latejando querendo avisar
Que o poeta é corrente popular
É cultura do povo na palma da mão

Há quem diga que o poeta é sacana
Há quem fale que é ultrapassado
Há quem chame de marginalizado
Há quem queira castrar a sua fama
Há quem jogue a riqueza dele em lama
Prá descer na imundície desse chão
Sem saber que o poeta é o coração
Dessa gente andando na cidade
Opoeta é história sem idade
É cultura do povo na palma da mão.”